Mesmo num mundo repleto de modernidade e tecnologia, a depressão é e ainda será um assunto delicado de se falar. Mesmos com tantos relatos nas redes sociais, depoimentos de pessoas que passaram pelo estágio da depressão, ainda sim cada pessoa tem seu pré disposto diferente. Em crianças e jovens pode ser ainda mais difícil identificar uma depressão, siga com a leitura e entenda como saber se meu filho tem ou não depressão.
A doença pode ser a mesma,mas o que aconteceu com uma pessoa pode não acontecer com outra, pois os sintomas são diferentes e o que levou a pessoa a ter esse diagnostico é diferente também…
Confira agora alguns sinais de alerta a depressão infantil:
- Fadiga;
- Sono irregular;
- Antissocial;
- Alterações de humor;
- Culpa excessiva;
- Pensamentos confusos;
- Dificuldades de resolver as coisas;
- Sensação de vazio;
- Aparência triste;
- Mal rendimento na escola;
- Agressividade;
- Cansaço o tempo todo.
A depressão infantil, se da a partir de um trauma sofrido na infantil, como por exemplo a separação dos pais, mudança de escola, brigas, abuso sexual, abuso psicológico, dentre outros fatores que acarretam para a depressão infantil.
Dito isso, qual é a forma de tratar a depressão infantil?
Bom, o tratamento em crianças pode não ser fácil como também não é em adultos, pois, como não entendem de fato o sentimento é mais delicado o tratamento. A maior parte do tratamento se dá por uma psicoterapia, em outros casos, quando mais velhos é mais difícil o diagnóstico, pode ser usado medicamentos antidepressivos.
O psicólogo na ajuda da depressão, inicia com atividades lúdicas, conversas mais divertidas, desenhos para descobrir o fato onde levou a criança a ter esse pré disposição para o diagnóstico.
Atenção para alterações no comportamento
Mudanças bruscas de comportamento, que perduram por semanas e afetam a capacidade da criança de lidar com a vida cotidiana em casa, ou na escola é uma das principais pistas de que algo não está bem.
Outros sinais são:
- Tristeza o tempo todo
- Preocupações ou medos recorrentes
- Obsessões ou hábitos compulsivos que interferem no cotidiano
- Agressividade frequente
- Queixas físicas frequentes, como dores de barriga ou cabeça
- Problemas de sono
E aí? Conseguiria identificar nos dias de hoje se seu filho possui ou não o distúrbio para depressão?
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